Coluna: A Raposa PP indica

Dia nacional do livro infantil

segunda-feira, abril 18, 2016




Dia 18 de abril foi instituído o dia nacional da literatura infantil, em homenagem à Monteiro Lobato, um dos mais importantes e influentes escritores brasileiros do século vinte. 

Mais da metade dos livros de Monteiro Lobato tinham como alvo o público infanto-juvenil, com a intenção de ajudar na formação intelectual e moral da juventude brasileira. Entre os mais populares estão: "A Menina do Nariz Arrebitado"; "O Saci"; "Fábulas do Marquês de Rabicó"; "Aventuras do Príncipe"; "Noivado de Narizinho"; "O Pó de Pirlimpimpim"; "Reinações de Narizinho"; "As Caçadas de Pedrinho"; "Emília no País da Gramática"; "Memórias da Emília"; "O Poço do Visconde" e "O Picapau Amarelo", que foi transformado em obra televisiva nos anos 80 e sendo regravado no final dos anos 90.



Livros infantis que em sua maioria são postos a prova por seu conteúdo, exigem um desafio impar de seus escritores e ilustradores ao transmitir a mensagem e prender a atenção do pequeno leitor. Livros que atravessam gerações criando o vinculo da leitura ou novos títulos criando proximidade e abordando temas sociais. 

Separamos duas listas com clássicos e contemporâneos que merecem ser apresentados ao jovem leitor. 








Uma obra extremamente encantadora, que conta a história de uma menina que se impressiona com o retrato de sua bisavó e a partir daí imagina um relacionamento fantástico capaz de transformá-las em confidentes e melhores amigas.


Raquel lida com três desejos que são guardados em uma bolsa velha. Esse livro é recomendado para crianças a partir de 8 anos, porque retrata temas interessantes como os conflitos da infância e as fantasias, ajudando os pequenos leitores a lidarem com diferentes assuntos.


Com frases curtas e envolventes, Todd Parr apresenta as diferenças das famílias, abordando assuntos polêmicos como adoção, diferenças raciais, culturais e sociais. Os traços das ilustrações e as cores são fortes, o que aproxima e chama a atenção da criança.


O menino Zezé, filho de uma família paupérrima, cria um mundo de fantasia para se refugiar de uma realidade exterior áspera, conferindo alma e animais e árvores. Assim é que um pé de laranja-lima se torna seu confidente, a quem conta suas travessuras e dissabores. No hostil mundo adulto ele encontra amparo e afeto em algumas pessoas, sobretudo em Manuel Valadares, o Portuga, uma figura substituta do pai. A vida, porém, lhe ensina tudo cedo demais. A ingenuidade da infância está de todo perdida, no precoce aprendizado da dor e da saudade.


Era uma vez Tistu...Um menino diferente de todo mundo. Com uma vidinha inteiramente sua, o pequeno de olhos azuis e cabelos loiros deixava impressões digitais que suscitavam o reverdecimento e a alegria. As proezas de seu dedo verde eram originais e um segredo entre ele e o velho jardineiro, Bigode, para quem seu polegar era invisível e seu talento, oculto, um dom do céu. Até o final surpreendente e singelo.
´O Menino do Dedo Verde´, de Maurice Druon, tornou-se um clássico da literatura para crianças e jovens em todo o mundo e permanece atual há três décadas, sendo adotado em escolas do Ensino Fundamental todos os anos. Esta fábula trata de questões relacionadas com os conceitos de convívio social, ética e cidadania; e foi pioneira ao abordar o tema ecologia.









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