Entrevistas

Entrevista com Décio Gomes

sexta-feira, setembro 04, 2015

Meu entrevistado de hoje, lança na Bienal do Rio de Janeiro este ano, mais um baby, In Nomine Patris, que sai pela nossa parceira a Editora Tribo das Letras, um dos meus livros esperadíssimos da Bienal desse ano. 


Sinopse:

Jullian Bergamo é um padre missionário que realiza trabalhos para a igreja católica. Mas não um padre comum. Ele é um venator: um membro da igreja especialmente treinado para caçar e eliminar demônios. Após ser transferido de sua antiga comunidade para a cidadezinha de Willinghill, Jullian depara-se com um caso singular: pessoas mortas levantando-se de suas tumbas e vagando livres pela cidade. Logo ele conhece a origem do problema: o Mormo, um terrível demônio necromante que possui cadáveres e os transforma em violentos mortos-vivos. Munido com sua fé e coragem, o jovem padre enfrentará um dos casos mais marcantes de sua trajetória como venator: eliminar o Mormo, enquanto tenta sobreviver às hordas de mortos-vivos que farão de tudo para devorar cada pedaço de sua carne. 







Vamos conferir esta super entrevista?

1- Décio, o que o leitor Décio procura quando quer ler?

O leitor procura, muitas vezes, um novo mundo. Procura fugir da realidade, do dia-a-dia. É pra isso que nós, autores de ficção ou não estamos aí: para entregar esses novos mundos a todos que desejam conhecer vários outros.


2- Décio todo escritor é antes de tudo um leitor, você é um leitor desde criança, ou foi algo que “veio” mais tarde para você?

Leio desde muito pequeno. Costumo dizer que gosto de ler desde antes de aprender a ler. Pequenino eu já me interessava muito por livros, mas iniciei realmente minha vida de leitor pouco depois dos dez anos, quando me apaixonei por Sherlock Holmes e passei a juntar moedinhas para comprar toda a coleção!

3- Complete:
     - Um lugar para ler: minha cama!
     - Um horário para ler: durante a madrugada, no silêncio total.
    - Uma música inspiradora ou para ser escutada quando você escreve: In the garden      – Dolores O’riordan (essa inclusive foi a música que inspirou minha trilogia As crônicas        Ridell).


4- Você transita em algumas áreas de atuação: escrita, arte da capa, qual dessas atividades vocês prefere, ou elas se completam?

Eu escrevo e crio todas as minhas capas, banners e book trailers. No meu caso, acho que todas as áreas se completam pois eu sinto a essência de cada um dos meus trabalhos e consigo transformar as ideias em imagens com mais facilidade. Tenho certeza que eu daria muito trabalho a qualquer capista que precisasse fazer uma capa minha!

5- Décio seus livros perpassam pelo sobrenatural, um pouco de terror e suspense, podemos dizer que esse seu estilo “sombrio” reflete nas suas escolhas de filmes?

Com toda certeza! Meu gênero preferido para filmes, livros e séries desde sempre foi o terror e o suspense. Eu diria que, na verdade, minha escrita foi influenciada por esse gosto por coisas obscuras.

 6- O que esperar de seu “new baby”, In Nomine Patris?

In nomine patris – Dominus mortuorum é o primeiro livro de uma série. Conta a primeira aventura do Padre Jullian Bergamo, um servo da igreja especialmente treinado para caçar demônios. Logo assim que é transferido de sua antiga cidade para a comunidade de Willinghill, Jullian encontra um problema bastante incomum: mortos misteriosamente ressuscitando de suas covas, trazidos de volta por um terrível demônio necromante que estava à solta pela cidade.
É um livro que mistura fantasia com terror e aventura, e é bastante recomendado pra quem gosta de leituras rápidas e cheias de emoção.


7- Qual sua expectativa para a Bienal?

Estou ansiosíssimo! Vai ser minha primeira bienal fora do nordeste, e pela primeira vez estarei acompanhado de uma editora pra me dar apoio. Estou animado para lançar meu livro, mas também para conhecer o pessoal da Tribo das Letras, que me acolheu com muito carinho, e também muitos outros autores que já admiro há bastante tempo.

8- Como você se define como autor?

Um pouco desleixado com prazos, mas muito perfeccionista. Escrevo, leio, releio e reescrevo cada trecho até ficar com a melhor sonoridade possível. Além disso, sou um autor da noite. Raramente abro o original durante o dia. Prefiro o silêncio e a quietude da madrugada. Afinal, tem horário melhor pra escrever história de terror?

9- Escolha um:

     - Livro: Histórias extraordinárias de Edgar AllanPoe
     - Escritor(a) vivo: Marcelo Rubens Paiva
     - Escritor(a) já falecido: Arthur Conan Doyle

10- O ano está acabando, o que esperar de Décio Gomes em 2016, o que você vai aprontar no próximo ano?

Para 2016 eu estou planejando o terceiro e último volume da minha série As crônicas Ridell. Vai marcar o fechamento de um grande e importante ciclo pra mim, e depois disso pretendo me aventurar por outras áreas da literatura. Quem sabe depois de duas séries de terror não surja uma de romance?

11- Décio X Décio:

Paciente, imaginativo e comilão.

                                                                                                                                            



Nome: Décio Gomes



Profissão: autor e capista



Hobbies: livros, séries e videogames




Link para compra de In Nomine Patris: Aqui

Facebook do autor: Aqui

Facebook da Editora ribo das Letras: Aqui






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