Editora Tribo das Letras

[Resenha] A Crônica de Sangue e Fé

quinta-feira, dezembro 17, 2015

Oi galerinha, dezembro tá aí, clima natalino, época de repensar a vida, refeltir o ano que tivemos e fazer planos para o ano novo que chega né?! Mas como nem só de amenidades vive o homem, hoje trago um livro denso para vocês, um livro pra reflexão e análise, das nossas tomadas de decisão, caminhos a seguir e escolhas. Recebi uma série de livros da nossa editora parceira Tribo das Letras, um caixinha repleta de livros de vários estilos e temas. Minha escolha da leitura da vez desta caixa foi bem simplista: eu amei a arte da capa, simples e ao mesmo tempo imponente, A Crônica de Sangue e Fé, me segurou já na sinopse.

Sinopse:


Quando a honra é o bem mais valioso de um homem, a fé mantém a sociedade unida e a força familiar sustenta o poder, nasce a Ordem dos Pobres Homens, um grupo disposto a destruir tudo isso. Felipe Geerrare, o herdeiro desaparecido de Villanueva, ressurge agora como um Templário e possui um foco: reconquistar o amor de seus entes. No entanto, uma revolta que acontece no condado, leva os Geerrare à guerra e Felipe acaba preso entres seus votos de cavaleiro que, o obrigam a lutar somente pela igreja, e a lealdade ao seu sangue. Em meio ao caos que se apodera da região, seu destino se cruza com o de Aisha Merhash, uma muçulmana que esconde um veneno em seus beijos. O amor pode nascer na guerra, entretanto, ele terá que lutar para sobreviver a ela. Mergulhe nesse mundo e descubra que por trás de um desembainhar de espada há muitas histórias.

Nota da Colunista:
Se um livro contiver três elementos a uma tendencia grande de querer lê-lo: cavaleiros templários, conspiração religiosa e guerra.

Quando iniciei a leitura de A Crônica de Sangue e Fé (vou chamar de ACSF) o que primeiro me pegou foi a escrita simples e direta de Jefferson Nóbrega, gostei, alguns autores tem mania de enrolar tanto que se perdem. 


ACSF traz logo em seu inicio o dualismo de ideias, que passam o livro tudo em "duelo"; a honra e a palavra de um homem podem se impor a religião? Quando a crença passa do simples acreditar à fé cega? O que é melhor (ou mais fácil manter), a imagem ou a palavra?

Quando Felipe Geerrare assume (ou reassume) o cargo de templário, não imagina que poderia está entrando numa emboscada, a sua volta traz alegria aos seus familiares aos mesmo tempo que leva a guerra, e acaba contestando suas escolhas e seus aliados. 

Como prisioneiro de guerra, tendo chegado a este "estágio" antes mesmo de fazer seus votos e o juramento a Ordem Templária, Felipe se vê em meio aos caos, tendo que lutar "somente" pela Igreja e pelo seu sangue.

Junte a esses elementos o fato de Felipe se apaixonar perdidamente por Aisha Merhash, uma muçulmana e por conseguinte inimiga direta da causa. Como manter o amor quando ele se opõe aos ideias que você segue e no que acredita?

E nessa atmosfera que ACSF se desenrola, cheio de reviravoltas e recomeços, e se você leitor está atrás da saída da mesmice, pode engatar a leitura deste livro que mistura história e crenças, amor, ódio e guerra.

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